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CasadeLilo, desde 2008

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Chuvada

Chuvada.


" Olhar pela janela,
Ver a chuva lavar todos os dias que nos enfeitavam;
Me traz ainda tantas saudades mais,
Quanto lembrar dos que te ausentava.


Molhada do amargor,
Conta-goteja doses apertadas da tua falta.
E em enxurrada de amor,
Ainda que abundante;
Eu sonhador,
Buscava teus beijos visitantes.


Me atrevia em versos
E algumas rimas;
Trazer-te pra perto,
Descrever a estima.


Quando tu,
Corre avesso;
Ainda que longe,
Sabe sobre tropeços.
Tu mesmo escreveste.


Quando tu te vais,
Estou.
Quando demais,
Calou.
Quando eu for,
Jamais.
E se cansar,
E se findar;
Ainda que vivo,
Carregado pela chuva,
Desenhado na janela;
Acabou.



A gota não ascende, 
Não chove de baixo pra cima.
Hoje não volta,
Mesmo com rima;
Se tu me soltas,
Me vou;
Pra sempre.


Enfeites,
Detalhes e confeitos;
No véu d'água corrente,
Tudo que fizemos;
Choveu,
Definhou."


Lincoln Oms. Sofreguidão. CasadeLilo

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