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CasadeLilo, desde 2008

quinta-feira, 7 de agosto de 2008

Ósculo


“Do ósculo, os lábios...”

“Lento, Lento e certeiro,
Seu poder me cegou por inteiro,
Sua inquietude selou-me os lábios,
Que desafortunados, em ausência do vosso beijo roubado,
Silencia finita e doloridamente o coração que sente o pecado.

Certo, Certo e veraz
Suas primícias ausentes,
Tornam-me carente,
A ponto de desejar.

Em falta do seu ritmo,
Devaneio inquieto,
Percorro só o meu trajeto.

Ao seu inibido veneno,
Sucumbi em degustação seu gosto,
Seu tamanho pequeno,
Vai além de todo o proposto.

Ante, Ante vós,
Cogitabundo interpreta,
Desatando seus nós,
Atinge de forma direta.

Cancioneiros te embalam,
Feitiços que exalam,
Prendei-me-ei em seus braços,
Vítima deste mágico laço.

Absorto, Absinto, Abobadado...
Sinto-me vertiginoso,
Aos lábios mortos,
Em meu teto arredondado.

Mago de minhas promessas,
Na luz do seu furto enaltecido,
Na harpa das princesas,
No doce dom do encanto,
Nas vozes harmoniosas,
No peito a prosa.
Recuado sereno em turbilhões,
Ao interrogar dos corações,
Prendido ao fúlgido manto,
Sofredor do ósculo jamais esquecido”.

Por Lincoln Ohszmãnn

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